A preparação para a redação do Enem pode contar com orientações específicas para diferentes perfis de aprendizagem. O Inep disponibiliza cartilhas de 2026 para participantes com dislexia e com transtorno do espectro autista (TEA), reunidas na página oficial de publicações do exame.

A coleção, publicada em 18 de setembro, também inclui a cartilha geral e a edição para participantes com surdez ou deficiência auditiva. O material segue disponível para consulta por estudantes e equipes escolares.

Um ponto de partida para organizar a escrita

A apresentação do Inep explica que a redação exige texto dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da língua portuguesa. O participante deve defender um ponto de vista, relacionar argumentos e fatos com coerência e coesão e formular uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.

Como transformar o material em apoio concreto

Como sugestão pedagógica do Singulare, estudante e professor podem trabalhar em etapas: compreender o tema, escolher a tese, organizar argumentos e revisar a proposta de intervenção. Vale registrar quais instruções precisam de explicação adicional e quais recursos ajudam a planejar o texto.

Esse roteiro é uma proposta de uso do material. Para conhecer os critérios específicos de cada edição, consulte a cartilha correspondente no portal do Inep. As condições individuais de atendimento na prova devem ser conferidas nos canais oficiais do exame.

A utilidade prática é aproximar a preparação das necessidades do estudante: ler o guia junto, discutir dúvidas e ensaiar formas de organizar as ideias antes de escrever.